Escolha o que o projeto precisa. A estimativa soma as frentes, aplica os fatores que costumam esticar prazo e devolve uma faixa de semanas até a operação estar rodando, mais o time que essa faixa pressupõe.
As faixas vêm de projetos entregues, e são faixas por um motivo: o mesmo escopo leva quatro semanas numa empresa com processo definido e oito numa que ainda vai definir enquanto constrói.
Como ler a faixa
- As semanas são de trabalho contínuo, não de calendário — férias, feriado e espera por decisão do cliente entram por fora
- Frentes independentes correm em paralelo quando o time comporta; a ferramenta assume paralelismo parcial
- O piso da faixa pressupõe processo já definido e alguém disponível para decidir toda semana
- O teto pressupõe descoberta durante o caminho, que é o cenário mais comum
- Sustentação não está incluída: ela começa quando o projeto termina e é contratada à parte
Por que não tem preço aqui
Porque seria incoerente com o que dizemos em todas as outras páginas. Preço cravado sem ter olhado a operação embute a margem do desconhecido, e quem paga essa margem é o cliente — sempre.
Prazo e composição de time, ao contrário, são estimáveis a partir do escopo com honestidade suficiente para planejar. É o que você precisa para decidir se o projeto abre neste trimestre ou no próximo, e é o que esta ferramenta entrega.
O valor sai do diagnóstico de sete dias, quando existe processo mapeado e escopo recortado. Antes disso, qualquer número seria chute vestido de proposta.
Perguntas frequentes
Essa estimativa vale como proposta?
Não. É uma faixa a partir do que você marcou, para dimensionar o esforço e planejar o trimestre. Escopo, prazo comprometido e investimento saem do diagnóstico de sete dias, com o processo mapeado.
Por que não dá para estimar o preço aqui?
Porque preço sem diagnóstico embute a margem do risco, e essa margem é sempre paga pelo cliente. Preferimos entregar prazo e time — que são estimáveis com honestidade — e deixar o valor para quando existir escopo recortado.
Posso reduzir o prazo colocando mais gente?
Até certo ponto, e menos do que parece. Frentes independentes paralelizam bem; um mesmo processo dividido entre muita gente gasta em coordenação o que ganha em execução. Na prática, dobrar o time raramente corta o prazo pela metade.
O que mais costuma estourar prazo?
Não é técnico: é a ausência de alguém do lado do cliente com autonomia para decidir toda semana. Depois disso vêm legado sem documentação e integração com sistema de terceiro que não responde.