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Software para indústria, do chão de fábrica ao custo real

Apontamento de produção, rastreabilidade de lote, manutenção e custo por ordem — ligando o que acontece na máquina ao que aparece no ERP.

Como a operação funciona de verdade

O ERP sabe o que foi planejado e o que foi faturado. O que acontece no meio — a ordem que parou, o refugo, a troca de ferramenta, o operador que compensou um problema com um ajuste — vive em ficha de papel e planilha de turno, e é digitado depois, quando alguém tem tempo.

O efeito é que o custo por ordem só é conhecido semanas depois, quando não dá mais para agir. A empresa sabe a margem do mês; não sabe qual produto, qual turno ou qual máquina comeu essa margem.

Rastreabilidade é o segundo ponto. Quando aparece um problema de qualidade, a pergunta é sempre a mesma: quais lotes usaram esta matéria-prima e para quem foram? Se a resposta leva dias, o recall é maior do que precisava ser.

O que trava nesta vertical

  1. Apontamento em papel

    Ficha de produção preenchida à mão e digitada no dia seguinte. O dado chega tarde, chega incompleto e chega sem quem o registrou.

  2. Custo por ordem que só fecha no mês

    Sem apontamento em tempo real de hora, refugo e parada, o custo real de cada ordem é uma estimativa até o fechamento — e aí já não há o que corrigir.

  3. Rastreabilidade que leva dias

    Amarrar lote de insumo a lote de produto acabado e a nota de venda deveria ser uma consulta. Quando é uma investigação, o recall vira preventivo e caro.

  4. Manutenção reativa

    Sem histórico estruturado de parada por máquina, a manutenção acontece quando quebra. O plano preventivo existe no papel e não é seguido porque ninguém mede.

Com o que a gente convive aqui

  • TOTVS Protheus
  • SAP
  • Sankhya
  • Senior
  • CLP / Modbus
  • OPC UA
  • MQTT
  • Coletor de código de barras

O ERP industrial fica. O que falta quase sempre é a camada de chão de fábrica e a ligação dela com o custo — não um ERP novo.

O que a regulação exige

Varia com o produto. Alimento, cosmético e dispositivo médico têm exigência de rastreabilidade por lote com prazo de guarda definido, e auditoria pede o caminho completo — do insumo recebido ao cliente que comprou.

Onde há certificação de qualidade, o registro precisa ser confiável: quem apontou, quando, e o que foi alterado depois. Apontamento editável sem trilha não sustenta auditoria, mesmo quando o número está certo.

Comece pelo diagnóstico

Sete dias acompanhando a sua operação como ela é. Você sai com o mapa, o custo do que está travando e uma estimativa — sem compromisso.

Mais de 90 operações já rodam com a gente

Perguntas frequentes

Precisa integrar com a máquina para ter dado em tempo real?

Não necessariamente, e começar por aí costuma atrasar o projeto. Apontamento por terminal ou coletor no posto de trabalho já resolve a maior parte do problema de custo e rastreabilidade, com uma fração do custo. Coleta direta de CLP entra depois, onde o ganho justifica.

O operador vai apontar direito?

Vai, se apontar for mais rápido que preencher a ficha — e é isso que o desenho persegue. Uma tela por posto, com o que o operador precisa e nada mais, leitura de código em vez de digitação, e nenhuma pergunta cuja resposta o sistema já sabe.

Vale trocar o ERP por um voltado à indústria?

Só quando o núcleo fiscal e financeiro dele já não atende. Se o problema é chão de fábrica, custo por ordem e rastreabilidade, construir essa camada em volta do ERP atual entrega em semanas o que uma troca entrega em trimestres — com muito menos risco.

Quanto tempo até ver custo por ordem confiável?

Entre 8 e 14 semanas, começando por uma linha ou célula. Vale muito mais uma linha com número confiável do que a fábrica inteira com dado pela metade — e a primeira linha é o que ensina o desenho das outras.