Setor

Software para varejo e e-commerce que vende em muitos canais

Estoque coerente entre loja, site e marketplace, pedido sem redigitação e conciliação de repasse, para quem vende em mais de um lugar ao mesmo tempo.

Resposta curta

No varejo com loja e canal online o problema é estoque em três versões (físico, sistema e publicado) e o pedido que entra duas vezes. Integração resolve metade; a outra metade é reconciliação diária, porque falha de atualização não gera reclamação imediata, gera atendimento inútil dias depois.

Como a operação funciona de verdade

A venda acontece em quatro ou cinco lugares: loja física, site próprio, dois ou três marketplaces, às vezes WhatsApp. Cada canal tem regra própria de preço, prazo, frete e comissão, e cada um quer ver estoque disponível.

O estoque é um só, físico, mas cada canal enxerga uma versão dele. Quando a sincronização atrasa, vende-se o que não existe; quando o colchão de segurança é grande demais, deixa-se de vender o que existe. As duas pontas custam dinheiro.

No fim do mês vem a parte que quase ninguém confere direito: o repasse. Cada marketplace desconta comissão, frete e taxa segundo regra própria, e reconciliar o extrato com as vendas exige cruzar milhares de linhas.

O que trava nesta vertical

  1. Estoque desencontrado entre canais

    Rotina agendada não acompanha campanha. Cancelamento por falta de estoque custa reputação em marketplace, e reputação custa posição na vitrine.

  2. Pedido redigitado

    Cada canal com seu painel, e alguém copiando pedido para o ERP. Some tempo, entra erro e o cliente espera mais pela expedição.

  3. Repasse sem conferência

    Comissão cobrada a maior, frete que não corresponde e estorno lançado sem a venda original. Sem conciliação automática, a diferença só aparece se alguém procurar.

  4. Preço por canal na mão

    Margem diferente por canal exige regra de preço própria. Quando ela mora numa planilha, promoção vira risco.

O que já escrevemos (e construímos) para varejo e e-commerce

É material nosso sobre esta operação, aberto para você julgar por conta própria. Caso de cliente com nome e número entra aqui quando houver autorização para publicar, não antes.

Ainda pesquisando? As quatro formas de começar vão do material aberto ao projeto. O degrau certo depende de quanto você já sabe do problema, não de quanto pretende gastar.

Com o que a gente convive aqui

  • VTEX
  • Shopify
  • Nuvemshop
  • Mercado Livre
  • Amazon
  • Bling
  • Tiny
  • Omie
  • Pix

Plataforma de loja, ERP e hub de marketplace costumam ficar. O trabalho é a regra de negócio que nenhum deles modela e a conciliação que nenhum deles faz.

Comece pelo diagnóstico

Sete dias acompanhando a sua operação como ela é. Você sai com o mapa, o custo do que está travando e uma estimativa, sem compromisso.

Resposta em até 1 dia útil

Perguntas frequentes

Um hub de marketplace já não resolve?

Resolve o caminho padrão, e se atende, fique com ele. Vale construir quando existe regra que o hub não modela (preço por tabela de cliente, split entre filiais, reserva de estoque com critério próprio) ou quando o volume torna o custo por pedido relevante.

Como evitar vender o que não tem?

Escolhendo conscientemente entre reserva no checkout e colchão de segurança por item, em vez de deixar na rotina agendada. Reserva é mais correta e exige ERP que responda rápido; colchão é mais barato e aceita margem de erro conhecida. O erro é não escolher.

Dá para conciliar repasse de marketplace automaticamente?

Dá, e costuma se pagar no primeiro trimestre. O extrato é cruzado com as vendas linha a linha, aplicando a regra de comissão de cada canal, e o que não bate vai para uma fila com o motivo. É comum encontrar diferença acumulada que ninguém tinha visto.

Precisamos trocar de plataforma de loja?

Na maioria das vezes, não. A plataforma costuma resolver bem vitrine e checkout. O que falta acontece atrás: estoque, pedido, preço e repasse, e isso se resolve em volta dela, sem migração de loja.