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Software para serviços financeiros, com trilha que sustenta auditoria

Crédito, cobrança, meios de pagamento e gestão de carteira — com razão auditável, conciliação diária e o desenho que a área de risco do parceiro exige.

Como a operação funciona de verdade

Correspondente bancário, securitizadora, factoring, gestora, fintech de nicho: são operações diferentes com o mesmo eixo — dinheiro de terceiros passando por dentro, com prazo, taxa e regra própria.

O que decide se a operação escala é a capacidade de responder a três perguntas em qualquer momento: quanto tem, de quem é e por que este saldo mudou. Quando a resposta depende de reconstruir a partir de extratos e planilhas, a operação já está no limite.

Existe ainda a camada que ninguém antecipa no primeiro ano: parceiro bancário, adquirente e auditoria têm área de risco, e ela pede desenho, trilha e segregação de acesso antes de liberar volume.

O que trava nesta vertical

  1. Saldo que ninguém consegue explicar

    Campo de saldo atualizado por rotina não responde à pergunta que sempre aparece: por que este número mudou. Sem lançamentos imutáveis dos dois lados, a reconstrução é arqueologia.

  2. Conciliação em lote, no fim do mês

    Divergência entre o registrado e o extrato do banco ou do adquirente descoberta com trinta dias de atraso é dinheiro parado com rastro frio.

  3. Estorno depois do repasse

    Quando o modelo tratou o repasse como fato consumado, o estorno que chega semanas depois não tem de onde sair.

  4. Acesso sem segregação

    Todo mundo enxergando tudo é o primeiro apontamento de qualquer auditoria — e o mais caro de corrigir depois que o sistema já está em produção.

Com o que a gente convive aqui

  • Pix
  • Open Finance
  • Asaas
  • Pagar.me
  • Celcoin
  • Serasa
  • Boa Vista
  • CIP / SPB

Onde existe produto regulado e maduro, integramos. O trabalho é o núcleo de registro e conciliação, que é o que diferencia a operação e o que nenhum produto de prateleira modela do jeito de cada casa.

O que a regulação exige

O desenho técnico segue a decisão do jurídico do cliente sobre licença e modelo — não damos parecer regulatório. O que entregamos é o sistema que sustenta a decisão tomada.

Na prática isso significa razão em partida dobrada imutável, com correção por contra-lançamento e nunca por edição; trilha de quem aprovou o quê; segregação de acesso por papel; e retenção de registro pelo prazo exigido.

LGPD e prevenção à lavagem convivem aqui: há dado que precisa ser guardado por obrigação legal mesmo depois de o titular pedir exclusão, e o sistema precisa distinguir os dois casos.

Comece pelo diagnóstico

Sete dias acompanhando a sua operação como ela é. Você sai com o mapa, o custo do que está travando e uma estimativa — sem compromisso.

Mais de 90 operações já rodam com a gente

Perguntas frequentes

Precisamos de licença própria do Banco Central?

Depende de quem detém o recurso, e é uma conversa com o seu jurídico. Operando sobre a licença de um parceiro, boa parte dos modelos não exige autorização própria. O que fazemos é construir o sistema conforme a decisão dele — não emitimos parecer.

Por que partida dobrada e não um campo de saldo?

Porque campo de saldo não responde por que mudou. Com lançamentos imutáveis dos dois lados, qualquer saldo é reconstruível em qualquer data e toda alteração tem origem rastreável. É mais trabalho no começo e a única forma de sobreviver a uma auditoria.

Vocês integram com bureau de crédito?

Integramos com os principais, e o cuidado maior não é técnico: é registrar a base legal da consulta, guardar o retorno pelo prazo certo e não usar o dado para finalidade diferente da consentida. Consulta a bureau sem essa disciplina é passivo.

Quanto tempo até o primeiro fluxo em produção?

Entre 8 e 14 semanas para um fluxo completo com razão, conciliação e trilha. Começar por um produto financeiro só é o que permite acertar o modelo antes de replicá-lo — refazer modelo de dinheiro depois de mil transações é caro.