Setor

Software para logística e distribuição, do pedido à entrega

Roteirização, ocorrência em rota, canhoto digital e conferência de frete — para operações que perdem margem no que acontece entre o depósito e o cliente.

Como a operação funciona de verdade

O pedido entra, é separado, conferido, roteirizado e sai. Até aí o sistema acompanha. O que ele quase nunca acompanha é o que acontece depois que o veículo cruza o portão: a entrega que não foi aceita, o cliente que não estava, a devolução parcial, a avaria que ninguém fotografou.

Essa informação existe — só que em papel, em foto de WhatsApp e na memória do motorista até ele voltar. Enquanto ela não chega ao sistema, o faturamento não fecha, o cliente liga perguntando e o próximo roteiro é montado com dado velho.

O outro lugar onde a margem some é o frete. A tabela do transportador, o peso cubado, a taxa de reentrega e o adicional de área de risco raramente batem com o que foi previsto na venda — e conferir fatura de frete linha a linha é trabalho que quase ninguém faz por completo.

O que trava nesta vertical

  1. Comprovação de entrega em papel

    Canhoto assinado que precisa voltar fisicamente para o faturamento acontecer, e que se perde. Sem prova digital, contestação de entrega vira palavra contra palavra.

  2. Ocorrência que chega tarde

    A tentativa frustrada só entra no sistema quando o veículo retorna. O cliente descobre pela ausência, e a reentrega é decidida no dia seguinte, quando já custou o dobro.

  3. Fatura de frete sem conferência

    Divergência entre o previsto e o cobrado pelo transportador é comum, e o volume de linhas torna a conferência manual inviável. O que não se confere, se paga.

  4. Roteiro montado com dado de ontem

    Sem ocorrência em tempo real, a roteirização do dia seguinte parte de uma foto desatualizada da operação.

Com o que a gente convive aqui

  • TOTVS
  • Sankhya
  • Senior
  • SSW
  • Datamex
  • Rodopar
  • Braspress
  • Correios
  • Mercado Envios

Raramente trocamos esses sistemas. O trabalho costuma ser cobrir o que eles não cobrem e fazer os quatro conversarem — que é onde a margem está sendo perdida.

O que a regulação exige

CT-e e MDF-e são obrigatórios e mudam com frequência — é domínio de produto de prateleira, não de software sob medida, e integramos com o que a empresa já usa em vez de reconstruir.

O que costuma faltar é a guarda da prova: canhoto, foto de avaria e registro de recusa precisam ficar associados ao documento fiscal, com data, hora e localização, por todo o prazo de guarda. É isso que sustenta uma contestação três anos depois.

Comece pelo diagnóstico

Sete dias acompanhando a sua operação como ela é. Você sai com o mapa, o custo do que está travando e uma estimativa — sem compromisso.

Mais de 90 operações já rodam com a gente

Perguntas frequentes

Vocês fazem roteirizador?

Raramente vale. Roteirização é um problema matemático maduro, com produtos bons no mercado, e construir do zero custa caro para empatar. O que costuma faltar é a camada em volta: alimentar o roteirizador com restrição real de cliente e integrar o resultado de volta ao ERP e ao app do motorista.

O app funciona sem sinal na estrada?

Precisa funcionar, e essa é a primeira exigência de qualquer app de campo que a gente faz. Ele grava local e sincroniza quando houver rede, com fila que não duplica entrega ao reprocessar. Motorista não escolhe onde tem cobertura.

Dá para conferir fatura de frete automaticamente?

Dá, e costuma ser o projeto de retorno mais rápido do setor. A fatura é lida, cada linha é cruzada com o conhecimento correspondente e a regra de tabela é aplicada; o que diverge vai para uma fila com o motivo. A conferência deixa de ser amostragem e passa a ser total.

Precisamos trocar o ERP para isso funcionar?

Quase nunca. Nesta vertical o ERP costuma resolver bem o que é fiscal e financeiro; o que falta acontece na rua. O trabalho entra por integração, em volta do que já existe.