Serviço

Agentes de IA para o trabalho que exige ler e interpretar

Leitura de contrato e nota, triagem de atendimento, resumo de histórico. Com supervisão humana onde a decisão tem consequência — e a lista do que ainda não funciona.

2 a 4
semanas até o primeiro agente em produção
100%
das decisões com trilha e nível de confiança
0
decisões de risco no automático, por desenho

O trabalho que automação comum não alcança

Regra fixa automatiza bem: se o valor passa de tanto, aprova; se o campo está vazio, recusa. O que não cabe em regra é a maior parte do trabalho de escritório — ler um contrato de quarenta páginas e achar a cláusula de reajuste, entender o que o cliente quis dizer numa mensagem confusa, conferir se a nota que chegou corresponde ao pedido que foi feito.

Isso hoje consome as pessoas que mais entendem do negócio, e consome no pior formato: em lotes, no fim do dia, sob pressão. É onde o erro nasce e onde ele demora mais para aparecer.

O mercado responde a isso com promessa exagerada, e o resultado é ceticismo justificado. Quem já viu um piloto de IA falhar em produção sabe que a pergunta certa não é o que a tecnologia consegue fazer numa demonstração, e sim o que ela sustenta em volume, com dado real e sujo, todo dia.

Como fazemos

  1. Recorte pelo custo do erro

    Começamos pelas tarefas onde errar é barato de perceber e barato de corrigir: classificar, extrair, resumir, rascunhar. É onde a IA já entrega hoje sem precisar de fé.

  2. Base de avaliação antes do agente

    Montamos um conjunto de casos reais com a resposta certa conhecida, incluindo os casos difíceis, antes de escrever o agente. Sem essa régua não há como dizer se uma mudança melhorou ou piorou — e todo agente muda toda semana.

  3. Humano no ponto de decisão

    O agente prepara, classifica e sugere; a pessoa aprova. Decisão com consequência financeira ou jurídica direta não vai para o automático, e isso está escrito no desenho, não na esperança.

  4. Confiança declarada

    Todo resultado vem com o quanto o agente está seguro e com a passagem do documento que embasou a resposta. Caso de baixa confiança vai para a fila humana sozinho, em vez de passar batido.

  5. Medição contínua

    A base de avaliação roda a cada mudança de modelo ou de instrução. Modelo de terceiro muda sem aviso; sem régua automática, a qualidade cai e ninguém percebe até o cliente reclamar.

O que você recebe

  • Agentes em produção, integrados ao sistema onde o trabalho já acontece
  • Base de avaliação com casos reais e resposta esperada, versionada
  • Fila de revisão humana para os casos de baixa confiança
  • Trilha de auditoria: o que foi decidido, com que base e com que confiança
  • Painel de acerto e de custo por execução

Com o que trabalhamos

  • Claude
  • OpenAI
  • Python
  • Node.js
  • PostgreSQL
  • pgvector
  • n8n

Comece pelo diagnóstico

Sete dias, sem custo e sem compromisso. Você sai com um plano de ação, uma estimativa de esforço e o caminho mais curto para o seu caso.

Mais de 90 operações já rodam com a gente

Perguntas frequentes

Onde a IA já funciona bem hoje?

Leitura e extração de dado de documento, classificação e roteamento de atendimento, resumo de histórico longo, rascunho de resposta e conferência de nota contra pedido. São tarefas em que existe uma resposta verificável e o erro é barato de perceber.

E onde ela ainda não funciona?

Decisão com consequência direta: aprovar crédito, precificar contrato, cancelar serviço, tomar posição jurídica. A IA organiza e sugere, mas quem assina é uma pessoa. Quem promete o contrário está vendendo o que não sustenta em auditoria.

Meus dados vão treinar o modelo de alguém?

Não. Usamos as modalidades corporativas dos provedores, em que o conteúdo enviado não alimenta treino, e o dado sensível é reduzido ao mínimo antes de sair da sua infraestrutura. O que é possível manter dentro de casa, mantemos.

Como sei que não piorou depois de uma atualização?

Pela base de avaliação, que roda a cada mudança e compara com a rodada anterior. É o entregável menos vistoso do projeto e o mais importante: sem ele, a única forma de descobrir uma queda de qualidade é o cliente reclamando.