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Desenvolvimento de SaaS vertical para quem já domina um nicho

Construímos o produto que a sua empresa vende por assinatura: SaaS vertical multi-inquilino, com cobrança recorrente, ativação e telemetria de uso.

3 a 5
clientes pagando no beta antes de abrir a venda
1
versão no ar: sem ramo de código por cliente
3
SaaS próprios que esta casa construiu e opera

Resposta curta

Desenvolver um SaaS é construir o produto que outras empresas assinam: dado isolado por cliente, cobrança recorrente, ativação sem treinamento e uma versão só para todos. Faz sentido quando o conhecimento de um nicho já é repetível e hoje é vendido como hora de gente. Para uso interno, o caminho continua sendo software sob medida.

Quando o conhecimento do nicho já é o produto

Existe um tipo de empresa que já sabe fazer software sem ter percebido: ela domina um segmento estreito, atende dezenas de clientes com o mesmo processo e mantém esse processo vivo em planilha, macro e uma pessoa que conhece a exceção de cada conta. O conhecimento existe, é repetível e está sendo vendido como hora de gente, que é a forma mais cara de vender a mesma coisa muitas vezes.

Vertical porque a vantagem está no que o segmento tem de específico: a regra que o produto horizontal não implementa, o campo que só existe naquele mercado, a integração com o sistema que só aquele setor usa. É exatamente o que um concorrente genérico não copia sem virar outro produto, e é o que faz o cliente pagar mensalidade em vez de pedir desconto.

O que costuma dar errado é construir o SaaS como se fosse sistema interno: um banco por cliente, um ramo de código por conta, cobrança conferida à mão no fim do mês e cadastro que só o fornecedor consegue fazer. Funciona com três clientes e trava no décimo, e a essa altura o conserto é reescrever, não ajustar.

Como fazemos

  1. Recorte do nicho

    Uma semana para decidir quem é o cliente, qual dor ele já paga para resolver e o que fica fora da primeira versão. Produto vertical nasce estreito de propósito: quem tenta atender três segmentos na v1 entrega um produto horizontal ruim.

  2. Isolamento por inquilino

    Separação de dado por cliente desde a primeira linha, garantida no banco e não na tela. É a decisão mais cara de adiar: separar depois significa migrar base de produção de todos os clientes ao mesmo tempo, com todos eles dentro.

  3. Beta pago

    De 3 a 5 clientes usando e pagando antes de abrir a venda. Retorno de quem paga é diferente do retorno de quem testa de graça, e é o único que diz se o preço para de pé.

  4. Assinatura de verdade

    Planos, teste, upgrade, inadimplência e cancelamento ligados ao meio de cobrança. Cobrança na mão sobrevive a dez clientes; no quinquagésimo ela vira duas pessoas fazendo conciliação todo mês.

  5. Ativação

    Importação do dado que o cliente já tem e um caminho até o primeiro valor sem treinamento. O cancelamento nasce na primeira semana: conta que não ativa não renova, e o motivo raramente é o preço.

  6. Operação e roteiro

    Telemetria por conta, suporte com fila e uma versão só no ar. Manter customização por cliente é o que transforma produto em consultoria disfarçada, com a margem de consultoria e o preço de produto.

O que você recebe

  • Produto em produção, com dado isolado por cliente
  • Assinatura com planos, teste, upgrade e cobrança recorrente integrada
  • Ativação com importação do dado que o cliente já tem
  • Painel de administração para o seu time operar sem chamar quem programou
  • Telemetria por conta: ativação, adoção por recurso e cancelamento
  • Código, banco e contas de infraestrutura no seu nome

Com o que trabalhamos

  • TypeScript
  • Next.js
  • PostgreSQL
  • Row Level Security
  • Stripe
  • Asaas
  • Docker

Comece pelo diagnóstico

Sete dias, sem custo e sem compromisso. Você sai com um plano de ação, uma estimativa de esforço e o caminho mais curto para o seu caso.

Resposta em até 1 dia útil

Perguntas frequentes

Quanto custa criar um SaaS?

O código da primeira versão costuma ser a menor parte. Entram também isolamento de dado por cliente, cobrança recorrente, ativação, suporte e a infraestrutura que cresce a cada conta nova. O que entra na conta está em quanto custa criar um SaaS, e o que cortar da primeira versão, em MVP: o que entra na primeira versão.

Qual a diferença entre isto e software sob medida?

Quem usa. Software sob medida é construído para a sua operação, e o usuário é o seu time. SaaS é construído para o mercado: outras empresas assinam, cada uma com o dado isolado da outra, e a mesma versão atende todas. Isso muda arquitetura, cobrança, suporte e preço. Por isso são duas frentes, e não uma.

Vocês já construíram SaaS ou só prestam serviço?

Já, e estão no ar: Mix CRM, Encarte Fácil e Swipr são produtos desta casa, com cliente pagante. Eles estão publicados em /produtos justamente para não precisarmos pedir que ninguém acredite num case escrito por nós: dá para abrir, usar e julgar sozinho.

Dá para aproveitar o sistema interno que já usamos?

Às vezes, e vale a pergunta: o domínio já está modelado e testado por uso real, que é a parte difícil. O que costuma faltar é isolamento de dado, cadastro que o próprio cliente faz, cobrança e limite por plano. Uma avaliação de uma semana diz o que se aproveita e o que seria reescrito de qualquer forma.

Vocês pedem participação no produto?

Não. Trabalhamos por projeto ou por squad, e o produto é seu: código, marca, base de clientes e receita. Sociedade em troca de desenvolvimento costuma sair mais cara que o próprio desenvolvimento, e alinha o fornecedor ao valor futuro da empresa em vez de alinhar à entrega.

Quando não faz sentido construir um SaaS?

Quando já existe produto bom e barato no nicho e a sua vantagem é o atendimento, não o software. Quando o que a empresa quer é um sistema para si mesma: aí é software sob medida, mais rápido e mais barato. E quando não há quem venda e atenda: produto sem canal de venda é software parado, e nenhuma decisão técnica conserta isso.