Solução

Backoffice sem papel, com o documento virando dado

Contrato, nota e comprovante lidos, classificados e arquivados automaticamente — encontráveis por busca e prontos para auditoria.

Você reconhece isso

O documento chega por e-mail, WhatsApp ou papel. Alguém baixa, renomeia, salva numa pasta compartilhada seguindo uma convenção que só metade do time conhece, e lança os dados à mão no sistema.

Quando alguém precisa achar um contrato de dois anos atrás, começa uma caça — em pastas, em e-mails encaminhados, na máquina de quem já saiu da empresa. Às vezes o documento existe em três versões e ninguém sabe qual foi a assinada.

Em auditoria ou contestação, o problema deixa de ser incômodo e vira risco: não achar o documento equivale a não tê-lo.

O que isso custa

5 a 15 min
por documento arquivado e lançado à mão
10 a 30 min
para localizar um documento antigo
1 em 20
documentos que ninguém encontra depois

A última linha é a que muda a conversa: em auditoria, documento que não se acha vale o mesmo que documento que não existe — e a conta disso não é de tempo.

Como o papel some

  1. Uma porta de entrada só

    Todo documento passa a chegar por um caminho: um e-mail dedicado, um número, um upload. Enquanto houver três portas, sempre haverá documento fora do sistema.

  2. Leitura e classificação automáticas

    O tipo do documento, as partes, os valores e as datas são extraídos na chegada. O que o sistema não tem certeza vai para uma fila de revisão, em vez de ser adivinhado.

  3. Arquivo por metadado, não por pasta

    Pasta é uma decisão de uma pessoa em um dia. Metadado permite achar o mesmo documento por cliente, por período, por valor ou por tipo — sem depender de quem salvou.

  4. Lançamento a partir do documento

    O que foi extraído alimenta o sistema, com conferência humana onde há consequência financeira. Ninguém redigita o que já está escrito.

  5. Retenção e trilha

    Cada documento tem prazo de guarda, registro de quem acessou e versão assinada identificada. É o que transforma o arquivo em prova.

Como fica depois

  • Documento encontrável por busca, em segundos
  • Dado lançado a partir do arquivo, sem redigitação
  • Versão assinada identificada, sem dúvida de qual vale
  • Registro de quem acessou o quê e quando
  • Prazo de guarda controlado, com descarte no momento certo

Comece pelo diagnóstico

Sete dias acompanhando o processo como ele é. Você sai com o custo do seu caso, um plano de ação e uma estimativa — sem compromisso.

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Perguntas frequentes

A leitura automática erra?

Erra, e o desenho conta com isso. Cada extração vem com nível de confiança, e o que fica abaixo do limite vai para revisão humana. O ganho não é acertar 100%: é acertar os 90% óbvios e entregar os 10% restantes já organizados, com o campo duvidoso destacado.

Documento assinado em papel também entra?

Entra, digitalizado — e a partir daí segue o mesmo fluxo. Para os novos, vale avaliar assinatura eletrônica: elimina a digitalização e já nasce com trilha, o que costuma sair mais barato que manter os dois caminhos.

E a LGPD?

É parte do projeto, não um apêndice. Documento com dado pessoal ganha classificação, prazo de guarda, controle de acesso por papel e registro de consulta. Descarte no fim do prazo é automático e registrado — guardar além do necessário também é descumprimento.

Precisa trocar o sistema onde arquivamos hoje?

Nem sempre. Se o repositório atual tem API e busca decente, ele fica e ganha a camada de classificação em cima. Trocar entra na conversa quando ele não permite metadado ou não registra acesso — aí ele é o gargalo.