Serviço

CRM sob medida que o time comercial realmente usa

O CRM que ninguém preenche é o CRM que não devolve informação. Construímos o funil no formato em que a sua venda acontece, e não no molde do produto.

3 a 6
semanas até o funil rodando com o time
90
dias para calibrar a previsão com o realizado
1
lugar para registrar, nunca dois

Resposta curta

CRM sob medida se paga quando a regra de distribuição, comissão ou aprovação da operação não cabe no produto pronto e vira campo livre, que não vira relatório. O funil passa a ter a forma da venda que já acontece. Antes disso, boa parte dos casos melhora só com dono por lead e prazo com consequência.

O CRM que virou obrigação e não ferramenta

Quase toda empresa já comprou um CRM. Boa parte já comprou dois. O padrão se repete: o sistema entra com entusiasmo, o time preenche por três semanas, e depois o preenchimento vira cobrança de gestor. Seis meses adiante, a informação confiável sobre o funil está na cabeça de três vendedores e numa planilha que o diretor comercial mantém sozinho.

A causa raiz quase nunca é preguiça do time. É que o CRM pede o dado no formato dele, não no formato da venda. Se o seu ciclo tem visita técnica, proposta com engenharia, aprovação de crédito e contrato com vigência, um funil de cinco etapas genéricas não cabe, e o vendedor passa a preencher o que o sistema exige em vez do que o negócio precisa.

O prejuízo aparece na previsão. Sem dado confiável de funil, a empresa não sabe quanto vai faturar em sessenta dias, e passa a decidir contratação, estoque e caixa no instinto.

Como fazemos

  1. Funil como ele é

    Acompanhamos negócios reais do primeiro contato ao contrato assinado, com quem vende. O funil que sai disso costuma ter etapas que nenhum CRM de prateleira oferece, e são justamente essas que explicam por que um negócio trava.

  2. Menos campo, mais captura automática

    Todo campo que o vendedor digita é um campo que ele vai deixar em branco em dia cheio. O que dá para puxar de e-mail, WhatsApp, agenda, site ou ERP, a gente puxa; o que sobra para digitar é só o que exige julgamento humano.

  3. O funil onde a venda acontece

    Se o time vende por WhatsApp, o CRM vive no WhatsApp. Obrigar o vendedor a sair da conversa para registrar a conversa é o desenho que mata a adesão, e adesão é a única métrica que importa nos primeiros noventa dias.

  4. Previsão que fecha

    Ponderação por etapa calibrada com o histórico real da empresa, não com percentual de manual. No terceiro mês dá para comparar previsto e realizado e ajustar a régua.

  5. Handoff para a operação

    Contrato fechado vira pedido, projeto ou ordem de serviço sem ninguém redigitar. É onde o CRM deixa de ser sistema do comercial e passa a ser parte da operação.

O que você recebe

  • Funil desenhado a partir do seu ciclo de venda, com as etapas que existem de verdade
  • Captura automática de e-mail, WhatsApp e agenda, com o mínimo de digitação
  • Previsão de receita ponderada e calibrada com o histórico da empresa
  • Passagem automática de negócio fechado para a operação, sem redigitação
  • Painel de funil e de atividade que o comercial abre sozinho

Com o que trabalhamos

  • TypeScript
  • Node.js
  • PostgreSQL
  • WhatsApp Business API
  • RD Station
  • HubSpot
  • Pipedrive

Tudo que já publicamos sobre CRM

CRM é o assunto em que esta casa tem mais material publicado e mais coisa rodando em produção. Abaixo está o cluster inteiro, do produto próprio às ferramentas de medir, porque a pergunta que trouxe alguém até aqui quase nunca é sobre o software, e sim sobre o pedaço da operação que ele deveria estar segurando.

Prova viva

Mix CRM: o CRM que construímos e operamos

Produto próprio, em produção, com integrador dos quatro portais imobiliários. É a única prova desta lista que você abre e julga sozinho.

O problema, destrinchado

  • Por que ninguém preenche o CRM

    A conclusão fácil é falta de disciplina. Quase nunca é: o custo do registro é de quem executa e o benefício é de quem cobra.

  • Distribuir lead entre filiais

    As quatro regras que precisam estar escritas, com destaque para a que quase nunca existe: prazo com consequência.

  • O lead que chegou no sábado

    O que acontece com o contato fora do horário, que é onde a taxa de resposta desaba sem ninguém medir.

  • Categoria Vendas e CRM

    Tudo que escrevemos sobre o funil comercial, em ordem, incluindo o que for publicado depois desta lista.

A triagem que decide a fila

  • Qualificação de lead

    O texto de cabeça: qualificar não é filtrar por educação, é decidir em quem o time gasta a hora seguinte. Perfil e momento são duas perguntas.

  • As perguntas que revelam sem interrogar

    O prático do anterior. Por que a pergunta sobre orçamento recebe um número inventado, e a que ninguém faz: e se não resolverem nada?

  • BANT e os frameworks de qualificação

    Listas de lembrete tratadas como algoritmo. O que BANT assume (orçamento definido e decisor único) e as operações em que a premissa é falsa.

  • Lead inbound e outbound

    Um levantou a mão e o relógio já corre; o outro não pediu nada. Misturar os dois na mesma fila estraga a medição dos dois.

O time de vendas, não só o funil

  • Vender mais com o mesmo time

    A conta de onde vai a hora do vendedor, e por que contratar mais gente em cima do mesmo processo multiplica o desperdício em vez de resolver.

  • Tecnologia para aumentar vendas

    O que de fato devolve venda (resposta rápida, contexto na mão, pedido sem redigitação) e o que é enfeite. Processo, dado e ferramenta, nessa ordem.

  • Gestão de equipe de vendas

    O gerente que passa a semana montando planilha em vez de acompanhar gente, e a rotina que troca opinião por carteira e funil.

  • Indicadores de vendas

    Poucos números que mudam decisão, os que são vaidade, e a definição que precisa estar escrita para o número bater entre as áreas.

  • Automação de vendas: o que vem primeiro

    Entrada, distribuição, cadastro e pedido antes da conversa. E o risco de automatizar um processo ruim, que só fica ruim mais depressa.

  • Aplicativo de força de vendas

    Para quem vende por representante: tabela, política comercial e pedido offline no cliente, chegando ao ERP sem ninguém redigitar.

Para escolher fornecedor

  • Como escolher um CRM imobiliário

    Os critérios em ordem de peso, e as perguntas de demonstração que revelam o que o vendedor não conta, aplicáveis a qualquer fornecedor, inclusive a nós.

  • Quanto custa um CRM imobiliário

    A estrutura de custo, não uma tabela de preço: o que é cobrado à parte e o que não aparece em proposta nenhuma.

  • Quando o plano gratuito basta

    Onde ele resolve de verdade e os sinais de que passou do ponto. Termina admitindo 'fique onde está' como resultado legítimo.

  • Site e CRM: junto ou separado

    O que o site precisa mandar para o CRM, e por que o formulário que só dispara e-mail já perdeu a atribuição.

  • Trocar de CRM sem perder histórico

    O que exportar antes de cancelar, o que quase nunca vem no export e como rodar os dois em paralelo sem duplicar atendimento.

A operação de cada vertical

  • CRM para concessionária

    Lead do portal e da montadora ao mesmo tempo, test-drive com agenda e veículo físico, e o usado que entra no meio da negociação.

  • CRM para locação

    Locação não é venda com prazo menor: o funil começa na assinatura (reajuste, renovação, vistoria, inadimplência).

  • CRM para incorporadora

    Estoque é unidade de empreendimento, a tabela muda por fase de obra e a reserva concorre entre corretores.

Depois que o CRM está de pé

  • Relatório de vendas por vendedor

    O relatório mais pedido e o mais mal usado: ele esconde o vendedor que pegou a fila ruim.

  • Follow-up automático

    A cadência que funciona e a que queima a base, com a regra que quase ninguém escreve: o que interrompe a sequência.

  • Integrar o CRM com o ERP

    A integração que toda operação pede no segundo ano. Onde fica a fronteira entre proposta e pedido.

  • Proposta comercial automática

    O documento montado do que já está registrado, em vez de redigitado, e o problema da versão: qual proposta o cliente recebeu, afinal.

  • Gestão de carteira de clientes

    Quase todo CRM é desenhado para conquistar e quase nenhum para manter. Valor e risco são dois eixos, e a carteira do vendedor não é a da empresa.

Onde o CRM decide a venda

  • Operação imobiliária

    Lead de quatro portais, corretor trabalhando no WhatsApp e estoque que precisa bater com o anúncio.

  • Concessionária de veículos

    Volume alto de lead, várias lojas e um tempo de resposta que decide a venda antes da negociação começar.

  • Rede de franquias

    O lead nasce na marca e é atendido pelo franqueado, e o combinado sobre quem atende o quê raramente está escrito.

Com o que ele precisa conversar

  • WhatsApp Business API

    O canal em que a venda realmente acontece. CRM que não registra o que foi combinado ali registra ficção.

  • RD Station

    Marketing entrega o lead e vendas devolve o resultado. Sem o caminho de volta, ninguém sabe qual campanha vendeu.

  • HubSpot

    Quando o CRM de prateleira fica, mas precisa falar com o ERP e com o sistema que dita o estoque.

Para medir antes de decidir

Esta lista existe porque o material de CRM estava espalhado por seis clusters que não se linkavam. Ela cresce quando algo novo entra no assunto, e é mantida à mão de propósito: um índice automático incluiria tudo que menciona a palavra, e o que faz um pilar valer é o que ele deixa de fora.

Comece pelo diagnóstico

Sete dias, sem custo e sem compromisso. Você sai com um plano de ação, uma estimativa de esforço e o caminho mais curto para o seu caso.

Resposta em até 1 dia útil

Perguntas frequentes

Quanto custa um CRM personalizado?

O que move o preço é a regra de distribuição e de comissão, o número de canais por onde o lead entra e as integrações com ERP, WhatsApp e site. Se o seu processo cabe num CRM de mercado, a resposta mais barata é ele, e dizemos isso na primeira conversa. Quando não cabe, o diagnóstico de sete dias devolve esforço e prazo antes de qualquer proposta. Para quem vende por representante, o pedaço de campo costuma ser um aplicativo de força de vendas, e não mais uma tela no CRM.

Por que não usar um CRM de mercado e configurar?

Se o seu ciclo de venda cabe no molde do produto, use: é mais barato e entra mais rápido, e a gente diz isso na primeira conversa. Sob medida se paga quando o ciclo tem etapas que o produto não modela: aprovação técnica, proposta com engenharia, vigência de contrato, comissão em regra própria. Aí a configuração vira gambiarra e a adesão cai.

O time não vai reclamar de mais um sistema?

Vai, se for mais um. O desenho aqui é o contrário: o CRM entra onde o vendedor já está (WhatsApp, e-mail, agenda) e substitui a planilha, em vez de somar a ela. Quando o vendedor precisa registrar em dois lugares, ele registra em zero.

Dá para integrar com o ERP e o marketing que já usamos?

É o desenho padrão. Negócio fechado vira pedido no ERP sem redigitação, e lead de marketing entra no funil com origem preservada. Sem isso o CRM vira ilha, e ilha ninguém alimenta.

E o histórico do CRM antigo?

Migra junto: contatos, empresas, negócios e o histórico de interação. O de-para é feito campo a campo e reconciliado contra a origem antes da virada, com o mesmo método da migração de legado.