Serviço

ERP sob medida para quem já cansou de adaptar a empresa ao sistema

Do pedido ao faturamento, no fluxo que a sua operação já usa. Estendemos o ERP que existe ou construímos o que falta — e a decisão sai do diagnóstico.

9 → 2
dias no fechamento do mês, em uma operação
4 a 8
semanas por módulo completo em produção
0
planilhas paralelas no fim do projeto

O ERP que a empresa vestiu, mas que não serve

ERP é o sistema que amarra pedido, estoque, compra, faturamento e financeiro. Quando ele atende, é o melhor dinheiro que a empresa gasta. O problema começa quando a operação tem um jeito próprio de fazer algo — uma regra de preço, um fluxo de aprovação, um tipo de contrato — e o sistema não tem onde guardar aquilo.

A partir daí a empresa inventa contorno: um campo de observação virando banco de dados, uma planilha paralela que ninguém oficializa, um relatório montado à mão todo mês. Cada contorno funciona sozinho. Juntos, eles criam uma segunda verdade sobre o negócio, e é ela que aparece na hora de fechar o mês e não bater com o sistema.

O sintoma clássico é o time de operação confiar mais na planilha do que no ERP. Quando isso acontece, o sistema deixou de ser a fonte da verdade — e um ERP que não é fonte da verdade é só um custo de licença.

Como fazemos

  1. Mapa dos contornos

    Levantamos toda planilha paralela, campo desviado de função e relatório manual que existe hoje. Cada um é um requisito que o sistema atual não atendeu, e essa lista é a especificação mais honesta que um projeto de ERP pode ter.

  2. Estender ou substituir

    Quase sempre a resposta é estender. Trocar o ERP inteiro para resolver dois processos é caro, demorado e arriscado; construir os módulos que faltam em volta do que já funciona costuma custar uma fração. Quando substituir é o certo, dizemos — e a conta dos dois caminhos vai na mesa.

  3. Módulo por módulo

    Entregamos um processo completo de cada vez, do começo ao fim, em produção. Não existe módulo pela metade: pedido que entra e não fatura é pior que planilha, porque agora são dois lugares para conferir.

  4. Amarração fiscal e contábil

    Nota, imposto e integração contábil ficam onde já estão. É domínio regulado, muda com a legislação e não diferencia a sua empresa de ninguém — reconstruir isso sob medida é queimar dinheiro.

  5. Fonte única da verdade

    O projeto só termina quando as planilhas paralelas somem. Enquanto alguém precisar de uma, um requisito ficou de fora — e é ele que vai reabrir o problema em seis meses.

O que você recebe

  • Processo do pedido ao faturamento rodando no sistema, sem planilha ao lado
  • Módulos sob medida integrados ao ERP e ao fiscal que já existem
  • Regras de preço, desconto e aprovação dentro do sistema, versionadas
  • Relatórios de fechamento gerados sozinhos, com número que bate
  • Modelo de dados documentado, para o próximo time entender sem arqueologia

Com o que trabalhamos

  • TypeScript
  • Node.js
  • PostgreSQL
  • Next.js
  • Omie
  • Bling
  • TOTVS
  • Senior

Comece pelo diagnóstico

Sete dias, sem custo e sem compromisso. Você sai com um plano de ação, uma estimativa de esforço e o caminho mais curto para o seu caso.

Mais de 90 operações já rodam com a gente

Perguntas frequentes

Vale mais estender o ERP atual ou trocar de sistema?

Estender, na maioria dos casos. Trocar o ERP inteiro mexe em fiscal, contábil, estoque e histórico ao mesmo tempo, e o risco é proporcional. Se o sistema atual atende o núcleo e falha em dois ou três processos, construir esses processos em volta dele custa uma fração e entrega em semanas, não em trimestres.

Vocês constroem a parte fiscal também?

Não, e é deliberado. Emissão de nota e apuração de imposto são domínio regulado, mudam com a legislação e não diferenciam a sua empresa de nenhuma outra. Integramos com o que você já usa ou indicamos um produto de prateleira — e concentramos o esforço no que é seu.

O sistema sob medida conversa com o ERP que já temos?

É o desenho padrão. A integração vai por API quando o ERP expõe uma, por banco ou arquivo quando não expõe. O que muda é o prazo do levantamento: ERP fechado exige mais tempo de engenharia reversa, e isso aparece na estimativa do diagnóstico.

Como fica o histórico que está no sistema antigo?

Vai junto. O histórico é reconciliado contra a origem antes de qualquer virada, com relatório de divergência — o mesmo método da migração de legado. Nenhum processo entra em produção com divergência em aberto.