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Software para saúde, com o dado do paciente no lugar certo

Agenda, prontuário, faturamento de convênio e glosa — em operações de clínica, laboratório e home care, sob as regras da LGPD para dado sensível.

Como a operação funciona de verdade

A operação gira em torno de três eixos que raramente conversam: a agenda, o atendimento e o faturamento. O paciente marca por um canal, é atendido com registro em outro sistema, e o que foi feito precisa virar uma guia aceita pelo convênio — com código, senha de autorização e prazo.

O ponto de perda é a glosa. Procedimento realizado que o convênio não paga porque faltou uma autorização, porque o código não correspondia ou porque a guia foi enviada fora do prazo. Cada glosa é receita já entregue que não entra, e recorrer custa mais trabalho manual.

Do outro lado está a absenteísmo: horário reservado que o paciente não usa e ninguém preenche, porque a confirmação depende de alguém ligar.

O que trava nesta vertical

  1. Glosa descoberta tarde demais

    A divergência aparece no retorno do convênio, semanas depois do atendimento, quando o prazo de recurso já está correndo e a documentação está espalhada.

  2. Autorização fora do fluxo

    A senha do convênio é pedida por um canal, guardada em outro e conferida por ninguém. Procedimento feito sem autorização válida é prejuízo certo.

  3. Agenda com buraco

    Confirmação manual não escala. Sem lembrete automático em canal que o paciente lê, o absenteísmo fica entre 15 e 30% — e cada falta é uma hora de profissional paga sem receita.

  4. Dado sensível em canal errado

    Resultado de exame circulando por WhatsApp pessoal e planilha de paciente em e-mail. É prático, é comum e é exposição direta sob a LGPD.

Com o que a gente convive aqui

  • TISS / ANS
  • Tasy
  • MV
  • Shosp
  • iClinic
  • Feegow
  • Memed
  • WhatsApp Business API

Sistema de gestão clínica e faturamento TISS ficam onde estão: são regulados e mudam com a norma. O trabalho é a camada de agendamento, conferência e integração em volta deles.

O que a regulação exige

Dado de saúde é dado pessoal sensível na LGPD, com base legal própria e exigência de proteção reforçada. Na prática isso significa acesso por perfil, registro de quem consultou qual prontuário, criptografia em repouso e em trânsito, e prazo de guarda definido — inclusive com descarte no fim, porque guardar além do necessário também é descumprimento.

O padrão TISS define como a guia conversa com o convênio e muda por norma da ANS. É domínio de produto especializado; integramos, não reconstruímos.

Nada disso é apêndice do projeto. Numa operação de saúde, o desenho de acesso e trilha vem antes da primeira tela.

Comece pelo diagnóstico

Sete dias acompanhando a sua operação como ela é. Você sai com o mapa, o custo do que está travando e uma estimativa — sem compromisso.

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Perguntas frequentes

Vocês fazem prontuário eletrônico?

Não do zero, e por escolha. Prontuário é domínio regulado, com certificação e requisito clínico que produtos especializados já resolvem. Trabalhamos na camada em volta: agendamento, confirmação, jornada do paciente, conferência de guia e integração entre o que existe.

Dá para reduzir glosa com automação?

Dá, atacando antes e depois. Antes: conferir autorização, código e elegibilidade no momento do agendamento, não na hora de faturar. Depois: cruzar o retorno do convênio automaticamente e montar o recurso com a documentação já anexada. A maior parte da glosa é evitável na entrada.

Podemos usar WhatsApp com paciente?

Pode, pela API oficial e com o desenho certo: identificação antes de qualquer dado clínico, conteúdo sensível atrás de link autenticado em vez de na mensagem, e registro da interação. O que não pode é número pessoal de funcionário com histórico de paciente no aparelho.

Como fica o consentimento do paciente?

Registrado com data, hora, finalidade e versão do texto aceito — e revogável. Consentimento que não se consegue provar não vale, e o formato usual (uma assinatura em papel na primeira visita) não cobre uso novo do dado depois.