Solução

Automatizar o financeiro sem perder o controle do que entra e sai

Conciliação diária automática, cobrança que não depende de lembrete e fechamento que não vira mutirão — com trilha de auditoria em cada movimento.

Você reconhece isso

O financeiro trabalha em lotes. Alguém baixa o extrato, cruza com o sistema, marca o que bateu e persegue o que não bateu. A cobrança sai quando alguém lembra de rodar o relatório de vencidos. O fechamento vira mutirão nos últimos três dias do mês.

Nada disso está quebrado — só é feito à mão. O time é competente e o processo funciona, mas ele consome as pessoas que deveriam estar analisando margem, negociando prazo e antecipando problema de caixa.

O que isso custa

3 a 8 dias
de mutirão por fechamento
5 a 15 %
dos vencidos que ninguém cobrou a tempo
D+15
para descobrir uma divergência de conciliação

O item do meio é o que mais surpreende: inadimplência que existe só porque a régua de cobrança depende de alguém lembrar. É o retorno mais rápido de qualquer automação financeira.

Como a automação entra

  1. Conciliação primeiro

    O extrato do banco e do adquirente passa a ser cruzado todo dia, com relatório do que não bateu. Divergência achada em D+1 é incidente; achada no fim do mês é prejuízo, porque o rastro já esfriou.

  2. Régua de cobrança que roda sozinha

    Lembrete antes do vencimento, aviso no dia, escalonamento depois — no canal que o cliente usa. Sem depender de ninguém lembrar, e com registro de cada contato para quando a conversa virar negociação.

  3. Lançamento sem digitação

    Nota, boleto e comprovante são lidos e classificados automaticamente; o que o sistema não tem certeza vai para uma fila de revisão. A pessoa confere o duvidoso em vez de digitar tudo.

  4. Fechamento contínuo

    Se a conciliação roda todo dia, o fechamento deixa de ser um evento. No último dia do mês o que sobra é análise, não apuração.

  5. Trilha em tudo

    Cada movimento automático registra o que foi decidido, com que base e por quem foi aprovado. É o que permite auditar depois — e o que separa automação de caixa-preta.

Como fica depois

  • Divergência de conciliação aparece no dia seguinte, não no fechamento
  • Cobrança que acontece mesmo quando ninguém lembra
  • Fechamento sem mutirão, porque a apuração já foi feita
  • Trilha de auditoria em cada movimento automático
  • Time de financeiro analisando, não digitando

Comece pelo diagnóstico

Sete dias acompanhando o processo como ele é. Você sai com o custo do seu caso, um plano de ação e uma estimativa — sem compromisso.

Mais de 90 operações já rodam com a gente

Perguntas frequentes

Automação vai decidir sozinha o que cobrar de quem?

Não. Ela executa a régua que você definiu e para quando encontra exceção — cliente em negociação, valor acima do limite, contestação aberta. Decisão com consequência comercial continua sendo de pessoa; o que sai da mão é a parte repetitiva.

Nosso banco não tem API. Muda alguma coisa?

Muda o caminho, não a viabilidade. Sem API, a conciliação usa o arquivo de extrato (OFX ou CNAB) importado por rotina agendada. O dado chega com algumas horas de atraso em vez de minutos, o que para conciliação diária não faz diferença prática.

E se a automação errar uma conciliação?

Ela não fecha o que não tem certeza: o item vai para a fila de exceção com o motivo. O objetivo não é conciliar 100% automático — é conciliar automaticamente os 90% óbvios e entregar os 10% restantes já organizados, com a divergência apontada.

Precisa trocar o ERP para isso funcionar?

Quase nunca. A automação financeira costuma entrar por integração, em volta do ERP que já existe. Trocar o ERP só entra na conversa quando ele próprio é o gargalo — e aí é outro projeto, com outra conta.