Integração · E-commerce

Integração com Nuvemshop: pedido, estoque e fiscal

Conectar a Nuvemshop ao ERP brasileiro — pedido, estoque, nota e rastreio, com o que a API expõe e o que costuma travar na operação.

O que é o Nuvemshop

A Nuvemshop é uma das plataformas de loja mais usadas por pequenas e médias operações no Brasil e na Argentina. É simples de operar, tem app store própria e resolve bem vitrine, checkout e meios de pagamento locais.

A integração entra quando a operação cresce e passa a ter ERP, múltiplos canais ou regra de preço e estoque que a plataforma não modela — e quando a emissão fiscal precisa acontecer fora dela.

O que a API entrega

API REST com autenticação por token de aplicação, cobrindo produto, variante, pedido, cliente, categoria e cupom. O modelo é enxuto e direto, o que torna a integração inicial rápida.

Há webhooks para criação e atualização de pedido e de produto. Como todo webhook, chega repetido — e aqui vale a mesma regra de sempre: chave de idempotência antes de qualquer coisa.

Existe limite de requisições por intervalo. Sincronização de catálogo grande precisa de controle de ritmo, senão a carga inicial falha no meio e deixa estado parcial.

Fluxos que construímos

  1. Pedido para o ERP com nota

    Pedido pago entra no ERP, a nota é emitida lá e chave, link e rastreio voltam para a loja, visíveis ao cliente sem abrir chamado.

  2. Catálogo e variante

    Produto com variante (tamanho, cor) publicado a partir do ERP, com o de-para de SKU resolvido — é o ponto que mais gera pedido travado quando fica implícito.

  3. Estoque com regra própria

    Saldo publicado com colchão de segurança por item, e não uma rotina única para o catálogo inteiro.

  4. Cliente com documento

    CPF ou CNPJ capturado e tratado como chave de identidade, para não multiplicar cadastro a cada compra.

O que costuma quebrar

  1. Variante sem de-para explícito

    Produto pai integra e a variante não casa com o SKU do ERP. O pedido entra incompleto e trava na expedição, sem erro visível na loja.

  2. Webhook repetido

    Reenvio é comportamento normal da plataforma. Sem chave de idempotência, o mesmo pedido entra duas vezes no ERP.

  3. Carga inicial estourando o limite

    Publicar o catálogo inteiro de uma vez bate na cota e falha parcialmente. Importação com ritmo controlado e retomada é o desenho correto.

  4. App da loja concorrendo com a integração

    Quando um app nativo e a sua integração escrevem no mesmo campo, o resultado depende da ordem. Definir quem é dono de cada dado evita o valor que 'volta sozinho'.

Prazo típico

2 a 4
semanas para pedido, estoque e fiscal
+1
semana para rastreio e pós-venda
D+1
para divergência aparecer no relatório

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Conte o cenário em trinta minutos. Se fizer sentido, o diagnóstico devolve o desenho da integração, o esforço e o prazo — sem custo.

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Perguntas frequentes

A Nuvemshop emite nota fiscal?

Por aplicativo parceiro ou pelo ERP, não nativamente no núcleo da plataforma. Em operação com ERP, o caminho normal é emitir lá e devolver chave e link para o pedido na loja — assim existe uma fonte só da verdade fiscal.

Um app da loja de aplicativos resolve?

Para operação simples e ERP popular, muitas vezes sim, e sai mais barato. Desenvolvimento se justifica quando há regra de preço por canal, multi-depósito, ou um ERP que nenhum app cobre.

Como fica o estoque com loja física junto?

O ERP passa a ser a fonte do saldo e a loja recebe a parcela destinada ao digital, com colchão. Publicar o saldo físico total é o que gera venda sem estoque em dia de movimento.

Dá para migrar de plataforma depois sem refazer tudo?

Se a integração for construída com o conector isolado, trocar de plataforma exige reescrever o conector e não o fluxo. É decisão de arquitetura tomada no começo, e é o que evita ficar preso.