Como trabalhamos

Segurança e LGPD: o que fazemos com os seus dados

Como tratamos acesso, ambiente, dado pessoal e retenção durante um projeto — e o que exigimos do nosso próprio time.

O princípio

Trabalhar na operação de alguém significa ter acesso a dado que não é nosso. A regra que seguimos é a mais simples possível: ver o mínimo necessário, pelo menor tempo necessário, com registro de quem viu.

Isso não é postura de conformidade — é redução de risco para os dois lados. Dado que não temos não pode vazar por nossa causa.

Durante o projeto

  • Acesso nominal por pessoa, nunca credencial compartilhada
  • Acesso concedido por prazo e revogado no fim de cada frente
  • Ambiente de desenvolvimento com dado mascarado ou sintético sempre que o teste permitir
  • Credencial em cofre, nunca em código, planilha ou mensagem
  • Segundo fator obrigatório em todo acesso a ambiente do cliente
  • Registro de acesso a base de produção, com motivo

No que construímos

  • Controle de acesso por papel, desenhado antes da primeira tela
  • Trilha de auditoria em operação sensível: quem fez, quando e o que mudou
  • Criptografia em trânsito e em repouso onde há dado pessoal
  • Prazo de guarda definido por tipo de dado, com descarte automático no fim
  • Base legal registrada para cada tratamento de dado pessoal
  • Backup testado com restauração ensaiada, não apenas configurado

Sobre a LGPD

Num projeto de software, a empresa cliente costuma ser a controladora dos dados e nós, operadores. Isso significa que as decisões sobre finalidade e base legal são suas, e a nossa obrigação é executar conforme elas e provar que executamos.

Guardar dado além do necessário também é descumprimento — não só vazar. Por isso o prazo de guarda e o descarte entram no desenho do sistema, e não numa rotina manual que alguém precisa lembrar de rodar.

Dado sensível tem regime próprio: saúde, biometria e dado de criança e adolescente exigem cuidado adicional, e isso muda o desenho de acesso e de registro desde o início do projeto.

Comece pelo diagnóstico

Sete dias, sem custo e sem compromisso. O documento é seu no fim, mesmo que você não siga com a gente.

Mais de 90 operações já rodam com a gente

Perguntas frequentes

Vocês acessam nosso banco de produção?

Só quando não há alternativa, com acesso nominal, prazo definido e registro do motivo. A preferência é sempre ambiente de teste com dado mascarado — e boa parte do trabalho não precisa de produção quando o ambiente de teste é montado direito.

Onde ficam os dados durante o desenvolvimento?

Em infraestrutura sua, sempre que possível. Quando é necessário ambiente nosso, ele é isolado por cliente, com dado mascarado e descarte ao fim da frente. Não mantemos cópia de base de cliente depois que o trabalho termina.

Assinam nosso termo de confidencialidade e de tratamento de dados?

Assinamos, e preferimos o seu modelo ao nosso. Se a sua empresa tem exigência de segurança específica — política de acesso, requisito de auditoria, cláusula setorial — ela entra no contrato.

Como vocês tratam incidente de segurança?

Comunicação imediata ao cliente, contenção, e registro do que aconteceu e do que foi feito. A comunicação a titulares e à autoridade é decisão da controladora — nossa obrigação é dar a informação completa e rápida para que essa decisão possa ser tomada no prazo.